<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441</atom:id><lastBuildDate>Tue, 29 Dec 2009 22:41:22 +0000</lastBuildDate><title>[Blog da Gi] gdprette.blogspot.com</title><description>Blog sobre Behaviorismo Radical, Análise do Comportamento e Terapia Analítico-Comportamental de Giovana Del Prette.</description><link>http://gdprette.blogspot.com/</link><managingEditor>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-8655513828389038361</guid><pubDate>Tue, 13 Oct 2009 00:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-12T22:11:38.612-03:00</atom:updated><title>Hora de escolher a profissão: A difícil tarefa dos jovens</title><description>Confira a matéria &lt;strong&gt;"Hora de escolher a profissão: A difícil tarefa dos jovens"&lt;/strong&gt;, publicada em 08 de Setembro de 2009 no &lt;a href="http://www.canalrh.com.br/"&gt;Canal Rh&lt;/a&gt; . Na matéria, a jornalista Valéria Polizzi me entrevistou sobre o programa de Orientação Profissional (OP) do Paradigma, e entrevistou também dois jovens que passaram pelo processo de OP.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/StPTAacRXfI/AAAAAAAAAeM/lLRS0ScXSqQ/s1600-h/img3.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391885182943976946" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/StPTAacRXfI/AAAAAAAAAeM/lLRS0ScXSqQ/s400/img3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Clique &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.canalrh.com.br/Mundos/jovens_artigo.asp?ace_news=%7B364EAB56-C829-4127-A756-FCA6DAD1649C%7D&amp;amp;o=%7BFBE75801-6E8A-4804-AD83-679ACBDFDFF4%7D&amp;amp;sp=Q:DVCxQUM5QK4?166p:BT=PTXB=I5yA0H.0"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;aqui &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;para ler a matéria completa.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-8655513828389038361?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/10/materia-sobre-programa-de-orientacao.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/StPTAacRXfI/AAAAAAAAAeM/lLRS0ScXSqQ/s72-c/img3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-7036746386434763830</guid><pubDate>Sun, 23 Aug 2009 21:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-23T18:26:42.185-03:00</atom:updated><title>Lançamento do meu livro infantil: "O presente Diferente"</title><description>&lt;div&gt;É com prazer que divulgo meu primeiro livro infantil, intitulado "O Presente Diferente", pela Editora do Núcleo Paradigma!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para crianças a partir dos quatro anos, o livro contém um Suplemento de Leitura, para ser utilizado por terapeutas infantis, pais e educadores. A história aborda o tema da procrastinação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejam maiores detalhes clicando na imagem abaixo!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SpGzTM8hGHI/AAAAAAAAAc0/Q20oeKk9lB4/s1600-h/O+Presente+Diferente+Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373272972903651442" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SpGzTM8hGHI/AAAAAAAAAc0/Q20oeKk9lB4/s400/O+Presente+Diferente+Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-7036746386434763830?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/08/lancamento-do-meu-livro-infantil-o.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SpGzTM8hGHI/AAAAAAAAAc0/Q20oeKk9lB4/s72-c/O+Presente+Diferente+Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-7242312042567412603</guid><pubDate>Tue, 21 Jul 2009 00:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-29T00:30:44.339-03:00</atom:updated><title>"Soberba" segundo a Análise do Comportamento</title><description>O jornalista Rodrigo Capelo está fazendo uma série de matérias no jornal &lt;a href="http://www.vocecommaistempo.com.br/"&gt;http://www.vocecommaistempo.com.br/&lt;/a&gt; , da Editora Abril, chamada &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Os Sete Pecados Capitais, a Produtividade e a Gestão do Tempo".&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Ele me entrevistou para discutir o pecado capital "Soberba".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Avareza, Gula, Inveja, Ira, Luxúria, Preguiça e Soberba. Os Sete Pecados Capitais estabelecidos pelo catolicismo constituem princípios que não devem ser feridos para que a boa relação entre os homens exista. É possível aplicá-los ao ambiente corporativo? Confira neste especial de sete matérias quais são as consequências que essas características geram na carreira profissional e saiba como evitar que elas prejudiquem a sua produtividade"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SmUJXVHT_fI/AAAAAAAAAcs/0fffFQ-bdZo/s1600-h/gatinha-arrogante.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 284px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360701227863899634" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SmUJXVHT_fI/AAAAAAAAAcs/0fffFQ-bdZo/s400/gatinha-arrogante.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Participei da matéria sobre &lt;strong&gt;SOBERBA&lt;/strong&gt;. Clique &lt;a href="http://www.vocecommaistempo.com.br/bn_conteudo.asp?cod=239&amp;amp;opr=88"&gt;aqui &lt;/a&gt;para ver a matéria completa. E, abaixo, segue a entrevista completa comigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;- O que é soberba para a psicologia comportamental?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A soberba pode ser interpretada segundo os pressupostos teóricos da Análise do Comportamento. Segundo a abordagem comportamental, “soberba” seria um termo vago (ou pouco "operacionalizável"), que poderia incluir várias nuances de comportamento. Em linhas gerais, seria aquele comportamento que visa demonstrar que o indivíduo é no mínimo igual mas, muitas vezes, superior aos demais (independentemente disso ser verdade), de modo a produzir impacto sobre os outros. Esse impacto pode incluir admiração, elogios, respeito, destaque ou até mesmo inveja. Entretanto, muitas vezes produz uma avaliação negativa, podendo fazer com que os outros considerem esse indivíduo arrogante, pedante e, consequentemente, procurem afastar-se ou entrar em embates. O maior diferencial de um comportamento soberbo, pois, é que está mais controlado pela produção de impacto sobre os outros do que sobre um tatear mais fiel dos eventos. Por exemplo, se um indivíduo diz “concluí um projeto importante” porque quer compartilhar a alegria sobre o que fez, ou discutir detalhes desse projeto com os outros, a frase não se enquadraria em comportamento soberbo. Poderia ser soberba, entretanto, o indivíduo falar a mesma frase para produzir inveja ou comparações com os colegas. O essencial na definição é observar as conseqüências produzidas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Como a Soberba pode afetar a produtividade profissional?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A soberba pode afetar a produtividade profissional de diferentes maneiras, a depender de cada caso e cada situação. Uma delas decorre do fato de que o indivíduo que age com soberba, frequentemente, é muito sensível a aprovação social. As implicações disso são muitas. Ele pode trabalhar muito focado em impressionar os colegas e o chefe, pode sentir-se constantemente em competição sobre seu desempenho, pode reagir muito mal quando alguém se sai melhor do que ele ou quando alguém o critica, pode ter dificuldades para trabalhar cooperativamente em grupo. Isso sem falar nas conseqüências emocionais, pois o indivíduo pode se tornar muito mais estressado se tiver um alto padrão de exigência com relação ao seu próprio desempenho, e arrasado quando os resultados de seu trabalho não estiverem à altura desse padrão. Às vezes, essas pessoas tornam-se reféns de sua própria soberba, precisando de auxílio via terapia, até porque, paradoxalmente, podem se sentir inferiores, já que sempre haverá alguém melhor do que elas. Outro ponto é que alguns indivíduos que agem com soberba tendem a exagerar no relato sobre seus feitos (seja de propósito ou inconscientemente). Esse exagero pode fazer com que as pessoas ou acreditem nele e se decepcionem cedo ou tarde, ou deixem de acreditar naquilo que ele diz, o que em qualquer caso é muito prejudicial.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Existe alguma forma de Soberba "coletiva"? Por exemplo, um grupo de funcionários que se julgue superior ao resto da empresa.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A “soberba coletiva” funcionaria como qualquer outro comportamento que se modifica pela influência de um grupo. A psicologia comportamental explica que, muitas vezes, o comportamento de um indivíduo sozinho é insuficiente para produzir algum resultado, mas, quando somado aos de outros indivíduos unidos em um grupo, geram um efeito que não seria possível isoladamente. Assim, um grupo (por exemplo, um setor de uma empresa) que pensa, age e fala em boa parceria produz mais resultados do que cada um produziria sozinho. Mas esse mesmo “mecanismo” também pode gerar a chamada “soberba coletiva”, quando seus membros passam a agir e falar com arrogância, supervalorizando o papel do grupo dentro da empresa, menosprezando os outros grupos e formando uma pequena rede social em que cada indivíduo reforça esse comportamento no outro. Esse apoio mútuo do grupo pode fazer até com que cada um perca a noção do quanto está sendo soberbo, uma vez que se está agindo de modo análogo aos colegas, sendo reforçado por eles, e se está com pouco contato com os efeitos negativos desse tipo de comportamento (por exemplo, afastamento e repreensões). Assim, quando os efeitos negativos surgirem, podem aparecer de forma súbita e ter um efeito arrasador, como por exemplo quando outro grupo consegue fazer um projeto melhor ou quando eles não conseguem atingir a meta esperada, coisa que jamais supunham ser possível.&lt;br /&gt;- É possível extrair algo positivo da Soberba? Existe algum momento em que ela pode ser útil?&lt;br /&gt;O termo “soberba” pressupõe um exagero de certos comportamentos que, em doses moderadas, são úteis para o indivíduo e para a empresa. Esses comportamentos incluem, por exemplo, a auto-confiança, a competitividade e a busca pelo sucesso. Mas os extremos são, em geral, prejudiciais: tanto o excesso de orgulho quanto a falta dele. Pessoas que não se encontram nesses extremos seriam as que saberiam dosar melhor a arrogância com a humildade e a cooperação, o que traria maior probabilidade de fazerem avaliações mais realísticas sobre si e sobre os outros, e mais flexibilidade nos relacionamentos na empresa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A arrogância é mais comum em cargos mais elevados na hierarquia da empresa? Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A arrogância não é inerente a cargos mais elevados na hierarquia da empresa, podendo ser observada até mesmo entre funcionários que ocupam cargos mais baixos. Às vezes, em cargos mais elevados, a pessoa pode se tornar arrogante porque passa a deter mais poder, ser mais bajulada e menos criticada diretamente, o que faz com que ela perca os parâmetros realistas sobre seu desempenho além de, às vezes, não poder ser punida por seu comportamento arrogante. Entretanto, muitas vezes as pessoas se tornam muito arrogantes como fruto de uma história inteira de vida em que, desde pequenas, foram incentivadas a competir, a ganhar e a impressionar os outros e, não raro, foram pouco valorizadas ou até mesmo punidas quando produziam resultados não necessariamente tão superiores. E essa é uma história de vida que podemos encontrar em pessoas de diferentes cargos hierárquicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que fazer para diminuir o orgulho ou a arrogância ou, em casos extremos, eliminá-los?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O orgulho mais saudável é aquele que sentimos quando superamos a nós mesmos, e não aos outros. Portanto, a melhor maneira de não estimular a arrogância dentro da empresa é não incitar comparações e competitividade entre indivíduos ou entre grupos. Ao invés disso, o melhor é valorizar quando cada um consegue superar a si próprio ou atingir as metas propostas. Outra maneira de lidar com a arrogância é incentivar a cooperação entre os funcionários e, em seguida, demonstrar claramente o quanto os resultados foram obtidos somente por meio dessa parceria. Por fim, os próprios membros da empresa que pertencem a hierarquias mais altas e que desejam lidar com a questão da soberba precisam se lembrar que eles devem ser um modelo de humildade a ser seguido pelos demais. Assim, a maneira como tratam os funcionários e como falam sobre cada função irá refletir sobre cada membro da equipe. Alguns comportamentos são contraproducentes para lidar com a soberba: ignorar ou menosprezar pessoas de cargos mais baixos produz humilhação e revolta e, muitas vezes, faz com que essas pessoas reproduzam esse comportamento sobre aqueles que estão abaixo delas na hierarquia. Destacar somente o melhor funcionário, por sua vez, pode produzir tensão, competitividade e inveja por parte dos demais, aumentando a tendência a comparações e a sentimentos de injustiça, o que é um tipo de relação entre funcionários que pode predispor a soberba.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Como lidar com um colega arrogante? O que deve ser feito para não estimular este comportamento em outras pessoas?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Um dos problemas da arrogância é que ela deixa implícita uma comparação em que o indivíduo arrogante é de alguma maneira superior aos demais. Assim, quem convive com o arrogante pode tender a confrontá-lo para defender-se ou igualar-se, o que gera uma tensão na relação e aumenta as posturas arrogantes de ambos os lados. Virar as costas ou ignorar também pode ser perigoso, pois o arrogante pode interpretar essa atitude como inveja ou incompreensão. Portanto, se avisá-lo diretamente sobre sua arrogância não for o suficiente, um caminho alternativo seria ouvir com tolerância e neutralidade, isto é, sem engrandecê-lo nem confrontá-lo. Paralelamente, o colega pode evitar temas que incitam a soberba (comparar, falar mal de alguém) e dar modelo, agindo de modo discreto e humilde. O conjunto destas atitudes, aos poucos, tenderia a sinalizar ao indivíduo arrogante que esse comportamento não é reforçado na interação com esse colega, mas sim comportamentos mais adequados.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-7242312042567412603?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/07/soberba-compromete-relacoes-pessoais.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SmUJXVHT_fI/AAAAAAAAAcs/0fffFQ-bdZo/s72-c/gatinha-arrogante.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-1878783898191422686</guid><pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-22T16:29:04.095-03:00</atom:updated><title>[Ig Jovem] Timidez: O que fazer quando ela manda na sua vida?</title><description>&lt;strong&gt;&lt;a href="http://jovem.ig.com.br/oscuecas/o_que_rola/2009/06/19/timidez+6827914.html"&gt;CLIQUE AQUI&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; para ler a matéria completa, de entrevista que concedi à jornalista Carol Patrocínio, em matéria para o canal Ig Jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Sj_bF0LBRlI/AAAAAAAAAcY/35yb_cTfxvQ/s1600-h/noticia_timidez.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 286px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350235775290132050" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Sj_bF0LBRlI/AAAAAAAAAcY/35yb_cTfxvQ/s400/noticia_timidez.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-1878783898191422686?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/06/ig-jovem-timidez-o-que-fazer-quando-ela.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Sj_bF0LBRlI/AAAAAAAAAcY/35yb_cTfxvQ/s72-c/noticia_timidez.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-7545522760829426793</guid><pubDate>Fri, 19 Jun 2009 11:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-19T08:53:41.245-03:00</atom:updated><title>[Ucho.info] Crescendo em frente à telinha</title><description>&lt;a href="http://ucho.info/crescendo-em-frente-a-telinha"&gt;&lt;strong&gt;Clique aqui&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;para ler a matéria da jornalista Ana Carolina Castro, em que fui entrevistada sobre a influência da televisão sobre o comportamento das crianças.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Sjt78hHCT0I/AAAAAAAAAcQ/wg78ziuonHQ/s1600-h/TV"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; DISPLAY: block; HEIGHT: 165px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349005262042844994" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Sjt78hHCT0I/AAAAAAAAAcQ/wg78ziuonHQ/s400/TV" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-7545522760829426793?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/06/uchoinfo-crescendo-em-frente-telinha.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Sjt78hHCT0I/AAAAAAAAAcQ/wg78ziuonHQ/s72-c/TV' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-138398687069006636</guid><pubDate>Thu, 18 Jun 2009 11:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-22T23:52:40.967-03:00</atom:updated><title>[Você com + tempo] Por produtividade, líder deve coibir timidez no staff</title><description>Confira a matéria publicada no jornal eletrônico Você Com Mais Tempo, em que dei entrevista para o jornalista Rodrigo Capelo, a respeito de timidez no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.vocecommaistempo.com.br/bn_conteudo.asp?cod=221&amp;amp;opr=88"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 269px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348627703613393682" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SjokjuWwixI/AAAAAAAAAbo/m2YhghSlHrs/s400/shy-worker.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.vocecommaistempo.com.br/bn_conteudo.asp?cod=221&amp;amp;opr=88"&gt;CLIQUE AQUI PARA LER A MATÉRIA COMPLETA&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-138398687069006636?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/06/por-produtividade-lider-deve-coibir.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SjokjuWwixI/AAAAAAAAAbo/m2YhghSlHrs/s72-c/shy-worker.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-704993439009265913</guid><pubDate>Wed, 17 Jun 2009 16:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-22T23:53:11.068-03:00</atom:updated><title>[Ucho.info] Cyberbullying: A intimidação em rede</title><description>&lt;strong&gt;Cyberbullying: especialistas aconselham pais a ficarem alertas e a guardarem provas em casos constatados. Indenizações podem chegar a 150 salários mínimos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SjkWnj1ktPI/AAAAAAAAAbY/iRB2G-wIwKs/s1600-h/cyberbullying.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 384px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348330901369828594" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SjkWnj1ktPI/AAAAAAAAAbY/iRB2G-wIwKs/s400/cyberbullying.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; A jornalista Ana Carolina Castro me entrevistou a respeito de um tipo de bullying praticado por meio da internet. Confira aqui a entrevista completa: &lt;a href="http://ucho.info/ciberbullying-a-intimidacao-em-rede"&gt;CLIQUE AQUI&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-704993439009265913?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/06/cyberbullying-intimidacao-em-rede.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SjkWnj1ktPI/AAAAAAAAAbY/iRB2G-wIwKs/s72-c/cyberbullying.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-412413772898225565</guid><pubDate>Wed, 10 Jun 2009 12:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-19T12:36:18.403-03:00</atom:updated><title>O melhor comercial do ano</title><description>O comercial abaixo está descrito no Youtube como "o melhor comercial do ano".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FM3H9iM_0H0"&gt;&lt;strong&gt;CLIQUE AQUI &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;para assisti-lo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345678014131260466" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Si-p1MvozDI/AAAAAAAAAaA/1rMHXNU2UU8/s400/melhor_comercial_ano.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;O comercial consegue abordar de forma divertida um comportamento muito especial para a Análise do Comportamento e para a Terapia Comportamental: o &lt;strong&gt;autocontrole&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autocontrole é &lt;strong&gt;o comportamento de controlar outro comportamento&lt;/strong&gt;. Por exemplo, uma pessoa de regime pode deliberadamente comer primeiro a salada (comportamento de controle) para diminuir a probabilidade de comer demais outros pratos mais engordativos (comportamento controlado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante do autocontrole é que, quando não o exercemos, somos muito reforçados a curto prazo e punidos (ou menos reforçados) a longo prazo. No exemplo anterior, a pessoa de regime seria reforçada a curto prazo pelo sabor de doces, frituras e massas, mas punida a longo prazo pela aparência acima do peso. Portanto, o autocontrole tem a função de colocar o comportamento presente sob controle de consequências futuras. Em outras palavras, comer saladas hoje para ser reforçado só no futuro pela visão de um corpo mais magro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comercial nos ensina a mesma coisa. Use camisinha hoje (comportamento de autocontrole) e seja reforçado por isso no futuro (esquiva de todos os aspectos ruins de se ter um filho não planejado). Ver o vídeo seria, portanto, um comportamento que aumenta a chance dessas consequências futuras e indesejadas controlarem o comportamento de quem o assiste. O maior barato desse vídeo é que dispensa lições de moral, desnecessárias quando a descrição completa das contingências por si só for capaz de ser eficiente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-412413772898225565?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/06/o-melhor-comercial-do-ano.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Si-p1MvozDI/AAAAAAAAAaA/1rMHXNU2UU8/s72-c/melhor_comercial_ano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-3266172205206183946</guid><pubDate>Tue, 19 May 2009 14:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-10T09:59:31.228-03:00</atom:updated><title>Personalidade: me definindo em uma palavra</title><description>Resolvi perguntar para as pessoas: "fala uma palavra que combina comigo ou me define". E elas passaram a dar diversos adjetivos sobre mim. (o motivo da pergunta se desvirtuou totalmente, na verdade era pra ter inspiração pra criar um email novo q tivesse a ver comigo)&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337545195372723890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/ShLFE17IvrI/AAAAAAAAAZY/Tq-DR7FId8A/s400/personalidade.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados:&lt;br /&gt;Neto: meiga, confiável, dedicada&lt;br /&gt;Bete: natureza, apaixonada&lt;br /&gt;Fe: inteligente, excêntrica&lt;br /&gt;Bruna: misteriosa, menina&lt;br /&gt;Marina: tranquila, discreta, compreensiva&lt;br /&gt;Desirée: mignon, psicóloga, competente&lt;br /&gt;Gi Rocha: inteligentíssima, leve, amiga&lt;br /&gt;Ti: inteligente, carinhosa, distraída&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confetes à parte (que todo mundo foi bonzinho comigo e só falou coisas boas), o mais curioso é que ninguém respondeu igual a ninguém, e foi daí que surgiu a idéia de escrever sobre esse resultado. Uma das pessoas, quando mostrei os diferentes resultados, comentou: "Todas de fato dizem respeito a você. Digo, parecem todas dentro da classe "giovana" pra mim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Skinner, não existe personalidade, ou um "eu" responsável pelo comportamento. Por exemplo, um "eu inteligente", responsável por "comportamentos inteligentes". Um "eu", ou uma "personalidade" é, na melhor das hipóteses, um repertório de comportamento partilhado por um conjunto organizado de contingências (Skinner, 1974).As pessoas que deram os adjetivos acima convivem comigo em circunstâncias bastante diferentes uma das outras. Só por aí, já começamos a entender que as contingências responsáveis pelo meu comportamento tornam-se bem diferentes, fazendo com que elas me definam, cada uma, de um modo. Outro fator importante é que cada pessoa pode ficar sob controle de classes diferentes do meu repertório comportamental, ao responder a minha pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A personalidade, para a Análise do Comportamento, é um repertório comportamental adquirido e compartilhado por um conjunto organizado de contingências, com alta probabilidade de ocorrência, dadas tais contingências. Complicou? Digamos que eu "sou psicóloga" quando estou em minha clínica, "sou confiável" quando guardo um segredo sem julgar, "sou discreta" quando me contenho e, ao contrário, "sou moleca" quando faço palhacice. Em cada contexto, a probabilidade de eu me comportar segundo esses adjetivos é alta. Mas há outros adjetivos que dificilmente alguém me daria seja qual for o contexto, ou em contextos que não sinalizem que os comportamentos correspondentes possam ser reforçados pela sociedade. Circunstâncias diferentes (Sd's), respostas diferentes, e cada qual reforçada a seu modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: foi muito interessante, recomendo vcs experimentarem fazer essa pergunta pra algumas pessoas sobre vcs.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-3266172205206183946?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/05/personalidade-me-definindo-em-uma.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/ShLFE17IvrI/AAAAAAAAAZY/Tq-DR7FId8A/s72-c/personalidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-55585921493267390</guid><pubDate>Tue, 24 Mar 2009 16:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-17T13:50:02.736-03:00</atom:updated><title>[RedePsi] Workaholic: Quando a vida pessoal é deixada de lado</title><description>Você gostaria que o dia tivesse trinta horas, para dar conta de listas intermináveis de tarefas? Tem dificuldade para separar aquele tempinho para uma academia, ou mesmo uma caminhada em seu bairro? Sente-se cada vez mais distante dos &lt;a style="BORDER-BOTTOM: 1px dotted; COLOR: #006600; CURSOR: hand; TEXT-DECORATION: underline" oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw2055565690589(event, this, '1484956972'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " onclick="hwClick2055565690589(1484956972);return false;" href="http://www.redepsi.com.br/portal/modules/soapbox/article.php?articleID=525#"&gt;amigos&lt;/a&gt; e familiares, devido à quantidade de trabalho?&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SjkdXYs10XI/AAAAAAAAAbg/Gg5pdCMDDsA/s1600-h/workaholic_caveira.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 197px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348338320083898738" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SjkdXYs10XI/AAAAAAAAAbg/Gg5pdCMDDsA/s400/workaholic_caveira.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;  Então talvez você compartilhe características com aquele perfil denominado atualmente de “workaholic” que, seja por prazer ou necessidade, coloca seu trabalho em primeiro plano. E a vida pessoal começa a ser deixada de lado. Leia a matéria completa: &lt;a href="http://www.blogger.com/www.redepsi.com.br/portal/modules/soapbox/article.php?articleID=525"&gt;CLIQUE AQUI&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-55585921493267390?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/03/redepsi-workaholic-quando-vida-pessoal.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SjkdXYs10XI/AAAAAAAAAbg/Gg5pdCMDDsA/s72-c/workaholic_caveira.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-7780275545331420287</guid><pubDate>Mon, 09 Mar 2009 02:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-22T23:49:27.437-03:00</atom:updated><title>[Estadão] Redes de Fast-Food devem suspender a venda de lanches com brinquedos?</title><description>&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Clique nas fotos par ampliá-las...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Entrevista que concedi ao Jornal O Estado de São Paulo em 08 de Março de 2009.&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SkBCTOTy62I/AAAAAAAAAcg/MvPmjBPbUAg/s1600-h/Alias.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 232px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350349255342222178" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SkBCTOTy62I/AAAAAAAAAcg/MvPmjBPbUAg/s400/Alias.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-7780275545331420287?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/03/estadao-redes-de-fast-food-devem.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SkBCTOTy62I/AAAAAAAAAcg/MvPmjBPbUAg/s72-c/Alias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-3666023903248170662</guid><pubDate>Tue, 20 Jan 2009 17:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-24T10:55:53.199-02:00</atom:updated><title>Análise do Comportamento e as novas regras gramaticais</title><description>O que estão achando das novas regras gramaticais que vigoraram a partir de 2009? Muito estranhas? Complicaram mais a língua portuguesa? &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294841190925476098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 395px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SXsOAoc4IQI/AAAAAAAAAYY/2Cf4j4ck0WA/s400/gramatica.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;O que significa afirmarmos que a adaptação às novas regras gramaticais pode ser complicada, sobretudo no início? As regras gramaticais especificam a topografia de um comportamento verbal (vocal ou textual), em termos de sua relação com uma contingência estabelecida pela cultura, como por exemplo a nova regra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;"Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui."&lt;br /&gt;ou seja,&lt;br /&gt;"Escreva palavras com gue, gui, que, que, sem o trema [resposta] para que a comunidade verbal aprove sua escrita [consequência]" &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O problema é que em nossa história de vida, nosso comportamento foi condicionado sob controle de outras regras que, agora, mudaram. O que antes era reforçado (no caso, usar o trema), agora será punido, por exemplo, por um professor de português no caso de um aluno do ensino médio, ou pela revisão de uma editora de livros. O que antes era punido (esquecer o trema), agora será reforçado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Além da mudança, ainda não tivemos tempo para nos expor às novas contingências, isto é, neste caso a regra é um antecedente verbal que especifica consequências que ainda não aconteceram. Quando passarmos por esse processo de modelagem, provavelmente "nos acostumaremos". O que isso quer dizer? Que a exposição às consequências fará com que nosso comportamento fique sob controle destas, com menos necessidade de verbalizarmos ou consultarmos a regra a cada escrita de palavra. Ainda bem!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como fica a "terapia analítico-comportamental", uma vez que o hífen foi modificado em uma porção de palavras, e retirado em grande parte delas? Fiquei preocupada com isso: "analiticocomportamental" daria uma cacofonia bem embaraçosa. Escrevemos "terapia analítico-comportamental", corretamente, ao invés de "analítico comportamental", "analítica comportamental" ou algo do tipo, devido à seguinte regra gramatical:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Os adjetivos compostos, normalmente, têm apenas o seu segundo elemento alterado, o qual concordará com o substantivo que está modificando.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Exemplos:política econômico-financeira / políticas econômico-financeirasaliança luso-brasileira alianças luso-brasileiras &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebam que o substantivo ("política") é feminino, e somente o segundo ajetivo ("financeira") concorda com ele, enquanto que "luso" não foi flexionado. No caso da nossa terapia, temos, analogamente:&lt;br /&gt;"terapia" = substantivo&lt;br /&gt;"comportamental"= ajetivo (qualifica a terapia, assim como junguiana, freudiana, humanista e assim por diante, todas no feminino&lt;br /&gt;"analítico" = torna o ajetivo composto e, segundo a regra gramatical, não se flexiona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova regra gramatical alterou uma porção de palvra com hífen, entretanto, somente aqueles constituídos de PREFIXO + hífen + NOME. Não é o caso de "analítico-comportamental" (nome composto de dois ajetivos). Sem contar que podemos considerá-la um nome próprio, tanto é que há uma certa confusão sobre escrever com iniciais maiúsculas ou minúsculas. Como nome próprio, não precisa de alteração em função das novas regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, de uma forma ou de outra, nossa terapia, felizmente, continua com a mesma grafia. Quanto ao resto, vamos aprendendo a escrever...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-3666023903248170662?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/01/anlise-do-comportamento-e-as-novas.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SXsOAoc4IQI/AAAAAAAAAYY/2Cf4j4ck0WA/s72-c/gramatica.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-5387451708824603727</guid><pubDate>Tue, 13 Jan 2009 12:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-24T10:56:54.495-02:00</atom:updated><title>FÉRIAS = Pausa após reforço!</title><description>Olá pessoal!&lt;br /&gt;Voltando das férias, vou aproveitar para comentar um conceito simples que é a cara da transição de Ano Novo!&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294840419929766690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 238px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SXsNTwRLOyI/AAAAAAAAAYQ/sq9YoWUhH-A/s400/praia-armadilha-110208.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Diversos estudos experimentais demonstraram a existência de uma regularidade típica no jeito de nos comportarmos. Funciona assim: depois de trabalhar para obter reforço, tendemos a não responder imediatamente na sequência, mesmo que pudéssemos e mesmo que o responder imediatamente nos fizesse produzir ainda mais reforçadores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ocorre que fazemos isso o tempo todo; a pausa pós-reforço corresponde àquela parada básica para relaxar depois de um trabalho ou parte dele conluídos. Tem gente que se sente culpado ou não entende que não continue trabalhando após concluir uma etapa... pois aí está uma boa explicação que deveria aliviar nossas consciências! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entretanto, muitas vezes, o fim do ano vai chegando e as contingências mudam: o trabalho acumula, temos atividades extras, típicas de fim de semestre, prazos que se encurtam, e se pararmos para descansar podemos ser muito punidos por isso. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Certa vez, um amigo beheca brincou (em situação desse tipo) que estava guardando as pausas pós-reforço em um "banco de pausas pós-reforço" para usar tudo de uma vez em um "bolão no fim do ano" (rsrs). Resumindo: ele queria férias!!! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enfim, 2008 transcorreu, nos comportamos ao longo dele, fizemos nossas pausas quando pudemos, acumulamos pro fim do ano quando foi inevitável e tivemos nossas férias, curtas ou longas. E depois dessa pausa pós-reforço, nada como começar o Novo Ano com as baterias carregadas! &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-5387451708824603727?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/01/frias-pausa-aps-reforo.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SXsNTwRLOyI/AAAAAAAAAYQ/sq9YoWUhH-A/s72-c/praia-armadilha-110208.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-4387434107911598879</guid><pubDate>Wed, 17 Dec 2008 11:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-24T10:41:03.842-02:00</atom:updated><title>Que tal apertar a descarga?</title><description>Esse artigo foi feito pelo Victor, terapeuta comportamental (trabalhamos juntos na USP em 2008 toda) e um amigo muito querido. Aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;QUE TAL APERTAR A DESCARGA?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca foi a um banheiro público e encontrou um presente boiando na privada, ou ao menos respingos de urina, ou urina parada e acumulada na água? Banheiros onde isso é esperado acabam fazendo com que evitemos seu uso, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294838889605707410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 209px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SXsL6rXfNpI/AAAAAAAAAYI/YTbAqbsZD3k/s400/1111.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Um dia desses, em uma das minhas várias caminhadas habituais em direção ao banheiro mais próximo da USP, fui observando diversos cartazes, avisos, notificações, etc. que havia pelo caminho. Todos eles alertavam para algo que devíamos pensar e/ou fazer, como, por exemplo, “Pense no meio ambiente antes de imprimir seu trabalho”. Ao chegar ao banheiro me deparei com uma placa que havia estado lá durante toda a minha graduação, mas só depois de 5 anos fui percebê-la. A placa dizia: “Após terminar de usar o banheiro, aperte a descarga”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que todos nós já nos deparamos com uma placa deste tipo em nossas vidas. Foi aí que eu pensei. Por que eu nunca tinha reparado naquela placa? Quantas outras placas deste tipo eu ignorei, sem perceber, ao entrar em diferentes banheiros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei, vocês devem estar pensando: “Esse cara é muito porco, nem dá descarga!” Mas é aí que justamente está o que inspirou este texto. Eu sempre dei descarga, mas como já usei diversos banheiros em minha vida, bem sei que muitas pessoas não o fazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, por que tais placas existem? Que efeito elas tem sobre os comportamentos das pessoas? Que efeito tem sobre as pessoas que colocaram tais placas? Essas perguntas envolvem muitas variáveis, mas poderíamos começar dizendo que o controle destas placas sobre o comportamento das pessoas depende da história de vida de cada um, e conseqüentemente, de quanto o repertório de seguir regras foi reforçado na ontogênese de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se fosse simplesmente uma questão de repertório de seguir regras eu teria notado antes a placa... acreditem, infelizmente eu fui reforçado demais por seguir regras hahaha. É claro que meu comportamento de apertar a descarga está sob o controle de regras, já que eu certamente aprendi isto com minha mãe que dizia “depois de ir no banheiro aperte a descarga” e toda a vez que ela não escutava o som da descarga dizia: “volta lá e aperta a descarga”. Mas muitos de nós, senão todos, passaram por isso em suas infâncias. Por que então muitos não seguem esta regra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É provável que as pessoas que não dão descarga não tiveram de entrar em contato com o produto de seus comportamentos....se é que vocês me entendem. Dessa forma, sem ter o contato com a contingência, muito pelo contrário, entrando em contado com uma contingência na qual eles utilizavam o banheiro e não precisavam limpar (ou simplesmente olhar por dias o resultado...) a regra deixou de ser a contingência explicitada (como podemos resumidamente defini-la) e não mais passou a controlar o comportamento de pressionar a descarga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai é que está a grande questão da existência destas pequenas plaquinhas. Muitos faxineiros e donos de botecos, assim como donos de empresas (sim....ricos também deixam de apertar a descarga!!!) cansados de verem seus banheiros imundos, começaram a explicitar uma regra que antes não era mencionada e para muitas pessoas não mais controlavam seus comportamentos. As pessoas que já apertavam a descarga, muitas vezes não notam a presença destes estímulos nos banheiros que eles freqüentam. Para estas pessoas, o próprio “botão” da descarga já é um estímulo discriminativo que controla o comportamento de pressionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que estas placas fazem alguma diferença nos comportamentos de quem não usava a descarga? Bom, primeiramente, poderíamos dizer que estas placas sinalizam apenas parte da contingência ali presente. Elas simplesmente apresentam o estímulo discriminativo (apo usar o banheiro) e o comportamento que deve ser apresentado (pressionar a descarga), sem fazer menção à conseqüência. É claro que estas placas poderiam apresentar uma contingência de reforçamento negativo (dizendo que a descarga evitaria o cheiro insuportável), o que seria no mínimo engraçado de se ler para as pessoas que, como eu, pressionam a descarga. Mas uma contingência que poderia ser explicitada é a reforçadora positiva, dizendo que assim o banheiro ficaria mais limpo para um futuro uso, que dessa forma estaríamos contribuindo para a limpeza de um espaço que usamos.... sei lá...... várias coisas.... o importante é que cada vez mais estas pequenas placas fazem parte de nossa vida....o que nos faz pensar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) as pessoas realmente estão mais porcas?; (2) o comportamento de colocar estas placas está sendo reforçado(controla de fato as pessoas)? (3) Há mais pessoas preocupadas com higiene, reciclagem etc (e portanto vê-se como produto mais plaquinhas de todo tipo)? Agora, se estas placas mudam o controle do comportamento de pressionar a descarga para quem não o fazia....isso acho que só os porcos podem dizer.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Victor Mangabeira Cardoso dos Santos / &lt;a href="mailto:vmcds@uol.com.br"&gt;vmcds@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-4387434107911598879?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2009/01/que-tal-apertar-descarga.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SXsL6rXfNpI/AAAAAAAAAYI/YTbAqbsZD3k/s72-c/1111.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-7328003064392448410</guid><pubDate>Tue, 09 Dec 2008 12:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-18T15:13:20.294-03:00</atom:updated><title>Perfil fake no Orkut</title><description>&lt;p&gt;Tópico escrito a duas mãos: Giovana e Neto :)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Quem tem ou teve orkut já deve ter se deparado com perfis fakes agindo das mais diversas maneiras, interferindo no seu orkut ou em comunidades. São perfis falsos (não correspondentes aos autores) fazendo propaganda, exibindo pornografia ou simplesmente querendo "fazer amizade" com você. Mas quem está por trás desses perfis? Como analisar os comportamentos dos autores dos fakes?&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 343px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277771400681047026" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/ST5pIEdPQ_I/AAAAAAAAAXI/nKqsyfJxUHc/s400/orkut.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a &lt;a href="http://www.safernet.org.br/site/"&gt;Safernet&lt;/a&gt;, ainda não existe legislação específica para a rede, mas as leis do código penal são aplicadas nos casos virtuais. A organização não governamental que tem como objetivo o combate a crimes na internet ainda nos diz que 90% das 30 000 denúncias mensais recebidas são com relação ao orkut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os problemas mais conhecidos dessa rede virtual, temos a criação de perfis falsos, os conhecidos fakes. Alguns dos internautas colocam fotos de desenhos animados, de pessoas famosas, deixando claro que aquele perfil não é real, mas outros usam fotos de pessoas desconhecidas do público em geral, tornando difícil ou as vezes impossível a identificação do perfil como um fake, dando assim continuidade ao uso indevido dos dados de outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós (Neto e eu) estávamos levantando algumas hipóteses sobre a existência e ação dos fakes. Como o próprio nome já diz, "fake" em inglês, significa "falso". O personagem fake, do orkut, acaba fazendo parte de uma contingência que é diferente daquela vivida na realidade. Essa contingência pode diferir em um ou mais termos da equação antecedente-resposta-consequência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Antecedente: o contexto da vida do indivíduo não seria estímulo discriminativo para a emissão de certas respostas, mas o contexto do orkut sim. O orkut dá ao internauta a possibilidade de entrar em contato com pessoas dos mais diferentes credos, costumes, padrões comportamentais que ele não poderia ter acesso fora da internet. Essa série de contextos que fora da internet ele não tem acesso, serve de estímulo discriminativo para certas respostas que também não seriam emitidas fora do orkut, como por exemplo, adotar a imagem de uma pessoa bonita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) Resposta: algumas respostas específicas só seriam possível na realidade virtual e via perfil fake.Por exemplo, um indivíduo cria um orkut falso de uma celebridade e passa a responder aos fãs que acreditam que ele é, de fato, o astro (ator, atriz, cantor etc). As respostas do perfil fake são completamente diferentes daquelas emitidas pelo autor em seu dia-a-dia. Outra diferença entre as respostas é o custo dela; pode ser muito mais cômodo, fácil e rápido responder no orkut, alcançando maior número de relacionamentos sociais e com mais facilidade do que ao vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) Consequência: o ambiente real não reforçaria ou puniria certas respostas, mas o ambiente virtual, com um perfil fake, faz exatamente o contrário: reforça e não pune.&lt;br /&gt;Dentre as consequências reforçadoras que suas respostas podem gerar via orkut, está a receptividade que os outros internautas certamente dispensarão. Receptividade esta que pode ser que ele não receba em quantidades que saciem sua privação quando fora do orkut ; além da receptividade, levando em consideração a quantidade de reforçadores disponíveis na internet, ele pode chegar a abandonar a sua vida social de fato, fora da rede, já que nela não existem tantos reforçadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de consequência não se restringe ao uso de foto de pessoas famosas. Muitos internautas pegam fotos de meninas bonitas do orkut e criam fakes através dos quais emitam respostas que podem gerar consequências semelhantes. Como as informações utilizadas na conta fake não são do internauta responsável por sua manutenção, ao utilizá-las ele se esquiva da punição que poderia ser submetido ao defender/apregoar determinadas idéias ou emitir certos comportamentos, podendo assim aprontar o que quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos riscos inerentes a ter seu perfil fake desmascarado, queremos aqui ressaltar uma preocupação maior e mais provável: (1) uma pessoa que vive intensamente sua "second life" e muito pouco sua vida real pode não desenvolver repertório adequado e, uma hora ou outra, ser necessário - por exemplo para iniciar um relacionamento, namorar, conviver em equipes profissionais etc e (2) o reforço obtido por respostas emitidas na vida real, possivelmente, é mais intrinseco e intenso. Em outras palavras, a vida real, quando bem vivida, com seus prazeres e desprazeres, é muito mais bela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-7328003064392448410?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/12/olhar-beheca-perfil-fake-no-orkut.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/ST5pIEdPQ_I/AAAAAAAAAXI/nKqsyfJxUHc/s72-c/orkut.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-8849749028970976264</guid><pubDate>Fri, 05 Dec 2008 02:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-05T01:14:08.749-02:00</atom:updated><title>[Canal RH] Ajuste os ponteiros da vida pessoal e profissional</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/STicbuBmL4I/AAAAAAAAAWQ/1KAUfAhINe0/s1600-h/workaholic_~BZP017.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276138963489664898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 298px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/STicbuBmL4I/AAAAAAAAAWQ/1KAUfAhINe0/s400/workaholic_~BZP017.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O jornalista Romulo Santana me entrevistou para colaborar em uma matéria sobre o desequilíbrio entre vida pessoal e profissional de workaholics. Ele e a jornalista Fátima Cardeal publicaram a matéria no &lt;a href="http://www.blogger.com/www.canalrh.com.br"&gt;Canal RH&lt;/a&gt;. Clique &lt;a href="http://www.canalrh.com.br/Mundos/vidaetrabalho_artigo.asp?ace_news={66F70139-07C2-4016-93C8-09984447A8B9}&amp;amp;o={AD2F9BBB-4804-4FFD-8B78-CB09D25C410A}&amp;amp;sp=G0:K9xR0K8LKL.6MQpFHGWNTF6P=Ny8.VES"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ler a matéria completa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-8849749028970976264?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/12/canal-rh-ajuste-os-ponteiros-da-vida.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/STicbuBmL4I/AAAAAAAAAWQ/1KAUfAhINe0/s72-c/workaholic_~BZP017.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-943739737914290130</guid><pubDate>Thu, 04 Dec 2008 13:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-04T11:30:02.587-02:00</atom:updated><title>Reforço positivo na aula beheca</title><description>Continuando o clima poético:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/STfaikvgpdI/AAAAAAAAAV8/pYMUZm4SmX0/s1600-h/sala_aula.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275925776001181138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/STfaikvgpdI/AAAAAAAAAV8/pYMUZm4SmX0/s400/sala_aula.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Paixão Behaviorista &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Quando a percebi compreendi que você era o melhor estimulo discriminativo do mundo. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Compreendi que você poderia suprir todos os meus reforços primários. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Compreendi que ficar sem você era uma punição insuportável, pior que o efeito de esquiva esquiva. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Compreendi que ficar contigo era o melhor reforço possível, me senti como o Snify depois de ser privado de comida recebendo uma pelota de queijo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Compreendi que quando você está perto de mim todas as outras mulheres são um estimulo delta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Compreendi que poderia te amar não como um mentalista ama, procurando conjecturas na subjetividade, mas como um behaviorista ama sabendo que meu comportamento de ficar com você foi reforçado por noites torrenciais de amor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas você me deixou e naquele dia me senti como o pobre Albert vendo um coelhinho branco. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando você me disse que não me queria mais estávamos no park sentindo aquele cheiro de grama cortada que antes era tão bom para mim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Agora toda vez que sinto o cheiro de grama cortada me sinto angustiado, me falta ar nos pulmões, me da taquicardia, minhas mãos ficam tremulas e estes comportamentos só passam quando fujo do lugar para não mais sentir aquele cheiro que hoje para mim é maldito. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;E hoje depois de ter me comportado de tantas formas por você. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Tenho que fazer DS para te esquecer!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br /&gt;O poema acima foi escrito por um aluno de graduação do 4o semestre em Psicologia, Deivid Antonio, em homenagem à professora de Análise do Comportamento dele,Goiara Mendonça de Castilho, que deu aula para ele na UNIP-Brasília. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Isso é que é uma bela descrição de contingências reforçadoras por todos os lados que se observe!!! Não é lindo?!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-943739737914290130?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/12/reforo-positivo-na-aula-beheca.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/STfaikvgpdI/AAAAAAAAAV8/pYMUZm4SmX0/s72-c/sala_aula.gif' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-4173285827228465831</guid><pubDate>Thu, 27 Nov 2008 13:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-10T10:11:23.102-03:00</atom:updated><title>Jeito Beheca de ser</title><description>Adaptei uma definição que circula na internet: &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275923091905212642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/STfYGVtKcOI/AAAAAAAAAVs/IxejjwymFj4/s400/Rato_Vitruviano.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Padrão Comportamental Beheca &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Beheca não fala, emite respostas verbais vocais&lt;br /&gt;Beheca não fica de mal, põe em extinção&lt;br /&gt;Beheca não rodeia, exagera nos autoclíticos&lt;br /&gt;Beheca não troca as bolas, generaliza&lt;br /&gt;Beheca não dá toque, emite regras&lt;br /&gt;Beheca não tem semancol, discrimina&lt;br /&gt;Beheca não puxa orelha, apresenta estimulação aversiva&lt;br /&gt;Beheca não dá exemplo, dá modelo&lt;br /&gt;Beheca não é sincero, é assertivo&lt;br /&gt;Beheca não deprime, entra em desamparo&lt;br /&gt;Beheca não dissimula, emite tatos com função de mandos&lt;br /&gt;Beheca não seduz, faz aproximações sucessivas&lt;br /&gt;Beheca não surpreende, libera reforço interminente&lt;br /&gt;Beheca não finge, faz ensaio comportamental&lt;br /&gt;Beheca não sente, emite comportamentos encobertos&lt;br /&gt;Beheca não bate papo, emite intraverbais&lt;br /&gt;Beheca não perde medo, dessensibiliza&lt;br /&gt;Beheca não fica à perigo, sofre privação&lt;br /&gt;Beheca não é bacana, é reforçador&lt;br /&gt;Beheca não muda de vida, opera no ambiente&lt;br /&gt;Beheca não pega no pé, libera reforço contínuo&lt;br /&gt;Beheca não foge da raia, esquiva-se&lt;br /&gt;Beheca não fica ferrado, está sobre contingências aversivas...." &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;(Autor desconhecido, Adaptação Giovana Del Prette - se alguém conhecer o autor, me fala!) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Resolvi postar essa definição aqui para demonstrar a complicação que é a vida do Beheca. Nós não acreditamos que mente existe, não achamos que sentimentos são causas, trabalhamos com probabilidades de respostas, questionamos conceitos como livre-arbítrio e subjetividade, explicamos o comportamento presente a partir das consequências futuras, condicionamos ratos e pombos e, só para complicar, temos um vocabulário próprio que ninguém usa no dia-a-dia e não se popularizou entre leigos. Ter fluência com esse vocabulário, ao longo do percurso de formação, é quase como aprender outra língua, e outro tipo de raciocínio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Como consequência, somos taxados de uma porção de coisas: deterministas, cruéis, mecanicistas, simplistas, superficiais e por aí vai... Tanto por psicólogos de outras abordagens, quanto por outros profissionais. Um exemplo disso é a definição da terapia comportamental dada pela &lt;a href="http://gdprette.blogspot.com/2008/07/carta-resposta-super-interessante-sobre.html"&gt;Super Interessante em Julho&lt;/a&gt;. O beheca que ler este post provavelmente já terá escutado frases como "Você tortura ratos?", "Coitado, tão legal, pena que é behaviorista...", "Seu paciente fala uma coisa legal e você bate palmas?". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A questão é: nunca ouvi alguém que conhecesse a fundo o behaviorismo fazer críticas como estas. O mais freqüente é o desconhecimento, ou o conhecimento equivocado, ou negarem-se a conhecer. Portanto, adotei algumas regras de ouro: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;(1) Procuro criticar somente aquilo que conheço. Estudei bastante as outras abordagens durante a graduação, para criticar somente aquilo que ao menos tentei conhecer. Creio que alunos de graduação precisam experimentar um pouco de tudo, e decidir com base nessa experiência, com conhecimento de causa.&lt;br /&gt;(2) Não discuto com quem faz críticas sem embasamento. É como já afirmei algumas vezes: "Seria como um físico e um poeta tentarem discutir as estrelas. Estão falando de coisas diferentes."&lt;br /&gt;(3) Somos parcialmente responsáveis pelo preconceito contra o beheca. Nossa linguagem é chata, nós somos metódicos, sistemáticos e muitas vezes gastamos tempo tentando provar aos outros o que não somos ao invés de falar sobre coisas atrativas, traduzindo de um jeito bem simples e interessante. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É ESSE O INTUITO DESSE BLOG!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-4173285827228465831?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/12/adaptei-uma-definio-que-circula-na.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/STfYGVtKcOI/AAAAAAAAAVs/IxejjwymFj4/s72-c/Rato_Vitruviano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-5403376376076611780</guid><pubDate>Sun, 23 Nov 2008 01:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-24T11:31:14.797-03:00</atom:updated><title>Hey, olha pro cachorrinho, vai?</title><description>Estripulias de um cachorrinho tentando chamar a atenção do seu dono (clique na imagem para ver o vídeo completo):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=C3b5k6uu-vE"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273512919742668674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SS9ID2ux34I/AAAAAAAAAUs/SWIZt6B3SgQ/s400/extincao_TV1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O pobre e inocente cachorrinho foi trocado por uma televisão idiota que, no momento, está mais interessante para o menino. O menino "dá atenção" pra TV, não pro cãozinho. A partir de então, começa um processo conhecido como curva de extinção. A extinção é a quebra na relação entre a resposta (gracinhas do cão) e a consequência reforçadora (atenção do dono). Quando isso acontece, o primeiro efeito é aumentar a freqüência e a variabilidade das respostas da mesma classe (cãozinho pega a coleira, a bola, patinete, anda feito gente, só falta emitir comportamento verbal vocal!!!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, reduz-se tudo isso; as respostas se extinguem; deixam de ser emitidas. A metáfora é o cãozinho fazendo as malas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto procedimento de intervenção em terapia analítico-comportamental, é útil porém muito perigoso. O procedimento de extinção pode falhar se o comportamento a ser extinto for acidentalmente reforçado antes de reduzir de frequência. Esse comportamento fica ainda mais resistente; o contrário do que se esperava. É melhor quando se pode aliar a extinção ao reforço de comportamentos incompatíveis (differential reinforcement of other behaviors, DRO). Se não há como fazer isso, é preciso planejar bem o procedimento para que o indivíduo que não vai mais "liberar o reforço" não dê nenhuma escorregadela jamais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora cá entre nós eu nunca trocaria um cãozinho fofo como esse por qualquer programa de TV!!! Que desperdício, menino!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-5403376376076611780?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/11/hey-olha-pro-cachorrinho-vai.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SS9ID2ux34I/AAAAAAAAAUs/SWIZt6B3SgQ/s72-c/extincao_TV1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-5243017677822076061</guid><pubDate>Tue, 11 Nov 2008 10:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-10T10:21:17.588-03:00</atom:updated><title>Análise de contingências: alopatia x homeopatia</title><description>Faço há alguns meses um tratamento homeopático para enxaqueca e para minhas gripes constantes. Tenho alcançado resultados muito bons para os dois problemas. Outro dia tive um começo de gripe, com sintomas como febre, dores pelo corpo, moleza, coriza. Se eu tivesse tomado um tylenol, ou um trimedal, ou antibióticos, me sentiria muito melhor em menos de uma hora. Tomando homeopatia, a melhora não seria sentida instantaneamente, mas seria gradual e percebida após um ou dois dias inteiros. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://olharbeheca.blogspot.com/2008/11/anlise-de-contingncias-alopatia-x.html"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267347865472089122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 319px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlg-d3gPCI/AAAAAAAAARM/Cy01sldrcL4/s400/homeopatia_gotas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Se os dois tratamentos produzem melhora (reforço negativo), sendo que na alopatia a melhora é mais imediata, por que eu, assim como muitas outras pessoas, optam por um tratamento homeopático?&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345687805123506674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Si-yvHCGMfI/AAAAAAAAAaY/rVzC1PAcG7Q/s400/homeopatia_x_alopatia.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;Na análise de contingências, além da especificação do reforço, há que se considerar também outros produtos da resposta, que muitas vezes podem ser aversivos. Assim, uma análise melhorada no caso da alopatia seria assim:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345687590683890162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 138px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Si-yioLtUfI/AAAAAAAAAaI/Tzf01dDOaS4/s400/homeopatia2.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;Os quadros negros explicam a rejeição pela alopatia. Mas é possível ir mais além na análise, identificando contingências para o tomar homeopatia. Observem (cliquem na imagem para vê-la ampliada):&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345687699408950066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 114px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Si-yo9NyEzI/AAAAAAAAAaQ/MxBqNzyZkZg/s400/homeopatia3.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;Agora as contingências estão bastante completas. Isso porque elas incluem um dado muito importante: a relação que se estabelece entre médico-paciente, que em alguma medida é análoga à relação terapeuta-cliente. que se objetiva em Psicotearpia Analítica Funcional, uma modalidade da Terapia Analítico-Comportamental&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em laranja, os antecedentes para a resposta de tomar homeopatia incluem não apenas a presença dos sintomas, como também possíveis regras do indivíduo sobre as vantagens dos tratamentos "mais naturais". Incluem também, no meu caso, regras claras sobre o atendimento diferencial que o meu médico me dará caso eu siga o tratamento, não falte nem chegue atrasada às consultas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A consequência aversiva para o tomar homeopatia (em preto) é contrabalanceada por todos os ganhos a médio e longo prazo (em azul). Em outras palavras, suportar a dor dos sintomas pode ser muito bem reforçado! E, novamente, entra a importância do cuidado especial do médico. Meu homeopata realmente libera contingentemente os reforços estabelecidos pela regra, me atendendo por telefone ou email prontamente a qualquer hora do dia caso eu tenha sintomas de gripe ou enxaqueca, me atendendo pontualmente (já viram médico pontual? o meu é!), sendo gentil e solícito. E é claro, há o reforço natural da melhora, sem os efeitos colaterais da alopatia!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É isso aí, as gotinhas acima envolvem contingências mais completas do que parecem! E viva a saúde! :)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-5243017677822076061?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/11/anlise-de-contingncias-alopatia-x.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlg-d3gPCI/AAAAAAAAARM/Cy01sldrcL4/s72-c/homeopatia_gotas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-3860836992307561835</guid><pubDate>Wed, 15 Oct 2008 04:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-10T10:33:52.272-03:00</atom:updated><title>[Post interativo] A favor da variabilidade comportamental!</title><description>Semana passada propus um post interativo, combinando que hoje eu escreveria a segunda parte dele a partir dos resultados dos leitores. Em verde está o que escrevi semana passada. Em seguida, em preto e vermelho, os resultados.&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267351805984500530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlkj1a36zI/AAAAAAAAARk/kh5DQnWFvt0/s400/mude.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Vou experimentar algo novo neste blog. Algo no estilo "A corrente do bem".Vou propor duas coisas, em favor da variabilidade comportamental.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Então aí vai. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A primeira é que você, leitor, veja o vídeo "Mude", de Camila Bossolan, texto de Edson Marques.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=B1mF3MRfaog"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A segunda é que você, inspirado nesse vídeo como antecedente, se comporte de acordo com minha segunda proposta: mude algo em sua vida, simples ou complicado, grande ou pequeno. E venha contar aqui como foi!!!! Ao final de mais ou menos uma semana, vou reeditar esse post, falando sobre variabilidade comportamental e comentando os exemplos de vocês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados após uma semana:&lt;br /&gt;Estou muito satisfeita com a participação dos leitores.&lt;br /&gt;Vejam aqui os resultados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Ro Fantini -&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "vou começar a comer mais devagar" / "Comer mais devagar, está prolongando a minha saciação, demoro mais tempo para sentir fome novamente...!!! (...)"&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Alessandro -&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "preciso parar de tomar café... eu tomava até 1 litro por dia!agora, to em 1 xicrinha..."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Eu -&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Costumo terminar as atividades na USP e ir direto pra casa, pra me livrar logo do trânsito. Dessa vez me dispus a ficar lá algumas horinhas a mais, jogando conversa fora."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Felipe Epaminondas -&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Ultimamente tenho tentado tomar menos café (e meu estômago tem adorado a idéia).Também passei a ouvir mais bossa nova. Foi um sucesso na última festinha aqui em casa! :)"&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Giovana Rocha -&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; " me afastei dos meus amigos nesses anos. fiquei bem triste, mas já comecei e procurar o pessoal! vou contando como está sendo!"&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Neto -&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "resolvi mudar um hábito meu de ler ouvindo música. Rende bem mais o estudo quando estudo em silêncio porque aí não tento acompanhar a música também, só a leitura."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora alguns comentários a respeito:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;(1) Variabilidade comportamental pode se iniciar por diversos processos comportamentais:... como modelagem, modelação, controle por regras.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Creio que esse post atuou da seguinte maneira:- O vídeo pode ter despertado emoções que funcionam como OPERAÇÃO ESTABELECEDORA, aumentando o valor reforçador para as respostas de mudança;- A instrução do tópico, descrevendo as contingências ("mude algo em sua vida, venha contar aqui que utilizarei o comentário para meu tópico") pode ter funcionado como um antecedente verbal (REGRA) para a resposta de mudar- A leitura do depoimento das pessoas que seguiram a instrução pode ter funcionado como MODELO para a resposta de mudar, que ocorreria também por imitação neste caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;(2) O novo comportamento pode se manter por reforçamento natural:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Como todos explicitaram, as consequências naturais para as mudanças parecem ter sido bastante prazerosas. Isso ainda não quer dizer que sejamreforçadoras, o efeito deve ser observado pela manutenção no tempo da nova resposta. Reduzir o café, estudar sem música, comer mais devagar, jogar conversa fora, são todas mudanças aparentemente simples, mas as contingências envolvidas podem ser múltiplas. Exemplo: Reduzir o café produz alívio em dores de estômago (reforço negativo). Entretanto, tomar café pode ser uma atividade social ("a hora do cafezinho"); pode também produzir um estado de alerta em dias de mais cansaço. Assim, a nova resposta irá competir com contingências que vão contra ela. O reforço natural e o reforço "por seguir a regra" precisarão ser poderosos para a resposta se manter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;(3) Reforço para o novo comportamento também pode se tornar reforço para o comportamento novo:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Com a repetição do "mudar", não apenas aquele comportamento específico pode ser reforçado. Além disso, podemos encarar todos esses comportamentos como uma classe: "classe de comportamento novo". Isso significa que experimentar o novo, em si, passa a ser reforçador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;(4) Dizer-fazer aumenta a probabilidade de ocorrência do comportamento novo:'&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Como vocês podem observar nos comentários, várias pessoas vieram escrever aquilo que fariam ANTES de começar, e depois voltaram para contar que estava dando certo. É a típica contingência DIZER-FAZER-DIZER, isto é, dizer que irá se comportar de determinada maneira também aumenta a probabilidade de realmente fazê-lo. Quando você quer se prometer alguma mudança difícil, como um regime, nada melhor do que contar para algumas pessoas o que vai fazer. Isso irá controlar mais ainda seu comportamento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;(5) Finalizando......&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; o legal foi que, pensando bem, a própria elaboração do Post Interativo já foi, em si, meu primeiro comportamento novo! E o melhor ainda é que ele se difundiu entre os leitores. Amei!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: Quem ainda não mudou e quiser experimentar e postar aqui, ainda tá em tempo... a discussão continua!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-3860836992307561835?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/10/olhar-beheca-favor-da-variabilidade.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlkj1a36zI/AAAAAAAAARk/kh5DQnWFvt0/s72-c/mude.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-1823064700567422524</guid><pubDate>Wed, 01 Oct 2008 01:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-18T15:13:58.583-03:00</atom:updated><title>Chico Buarque, Amor e Desamor</title><description>Só mesmo &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Chico Buarque&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; pra falar de amor... e de desamor.&lt;br /&gt;Nos dois links a seguir (clique nas fotos) Chico canta duas músicas que falam do fim de um amor, de uma relação. Embora o mesmo tema e a mesma sensibilidade poética descomunal, elas tocam o assunto de maneira oposta.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=-ElevYsUDO4"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 325px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267358073517211954" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlqQpzHgTI/AAAAAAAAASM/-J8pA2gRZtk/s400/chico+-+pedaco+de+mim.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Em &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;"Pedaço de mim",&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; o amor ou o objeto de amor é, como o próprio nome da música, uma parte da pessoa que o ama, tamanha importância, tamanha sintonia. A perda dele é comparada a um exílio, à morte de um filho, à perda de parte do corpo, revés de um parto, tormento, castigo, mortalha. O sentimento constante é uma saudade profunda, fica claro o sofrimento pela perda do outro. Ainda há amor, mas traz sofrimento ("a mortalha do amor"), por isso há também um pedido claro para que a pessoa amada se afaste de vez, na esperança de que o tormento diminua: "Leva o teu olhar"; "Leva os teus sinais"; "Leva o vulto teu"; "Leva o que há de ti"; "Lava os olhos meus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=hn4JyodL7K4"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 346px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267358405614351106" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlqj-9PswI/AAAAAAAAASU/Sf4BRExj1uw/s400/chico+-+trocando+em+miudos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Trocando em Miúdos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; também conta uma separação. Chega a admitir saudade, o peito dilacerado, ficando aquela sensação de que ainda se gosta da pessoa amada e, igualmente à outra música, não se quer mais sofrer. Mas aqui Chico conta de uma história (há quem diga que ele escreveu quando terminou o casamento com a Marieta Severo) que já não dava mais certo, com rancor e desprezo, alfinetando-a a cada fim de frase: devolva o Neruda que você me tomou e nunca leu. Fica clara a consciência de que o casal não é mais compatível. Trocando em miúdos, isto é, para ser bem claro: fique com o lar, os lençóis, as lembranças, a aliança, que eu não faço mais questão dessas coisas nem de saber o que fará com elas ("você pode empenhar ou derreter"). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;De maneira bem geral, é possível que quando uma pessoa "é terminada", ou seja, o outro que termina o namoro/casamento, o sentimento predominante é o de &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Pedaço de Mim&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. É uma situação de súbita e intensa perda de reforço positivo: nada que eu faça agora vai produzir que ele me reforce, ele se foi, o barco não vai atracar mais no cais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando a própria pessoa termina (Eu bato o portão sem fazer alarde) , principalmente por ter sido muito machucada, ou por ter percebido muita incompatibilidade na relação, o sentimento combina mais com &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Trocando em Miúdos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. "E a leve impressão de que já vou tarde" traduz um começo de sensação de alívio, isto é, efeito de reforço negativo, em que eliminou o outro que estava lhe fazendo mal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Agora, sendo um pouco mais realista, o que é mais freqüente é uma mistura das sensações. Amamos uma pessoa porque ela faz coisas que reforçam as coisas que nós fazemos. Como isso ocorre vai variar de infinitas maneiras e em vários níveis - quando recebemos carinho, quando somos ajudados, quando nos sentimos fisicamente atraídos, quando temos afinidade para fazer coisas juntas, e assim por diante. Ocorre que há diferenças individuais, e a relação de casais é uma relação social, em que predomina reforço intermitente. Isso tanto pode aumentar a coesão e a procura de um pelo outro, como criar situações de não-compatibilidade. O que eu quero ele não quer. O que eu quero ele não gosta. O que eu gosto ele critica. O casal se desfaz quando esse lado começa a pesar demais na balança e não pode ser solucionado. E mais: quando o que cada um quer começa a ser obtido em outras interações sociais, mais do que na própria interação do casal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando a relação acaba, completamente contra a sua vontade, resta o desamparo. O caminho natural (mas não fácil) é, aos poucos, buscar reforçadores "em outro lugar", fazer coisas, conhecer pessoas, resgatar amigos, enfim, estar com quem poderá reforçar seus comportamentos novamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Porém, é muito comum que um ou ambos busquem o término. Isso não deveria ser interpretado como uma relação que nunca funcionou, mas que não está mais funcionando satisfatoriamente. Quando acaba e ambos concordam ser a melhor solução, o sentimento que fica é misto: saudade dos momentos bons, alívio por eliminar os momentos ruins.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Lembrar dos momentos bons faz muitos casais permanecerem juntos, aguentando as arguras. Ou faz terminarem e sentirem - como nas duas músicas do Chico - muitas saudades.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-1823064700567422524?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/09/olhar-beheca-chico-buarque-amor-e.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlqQpzHgTI/AAAAAAAAASM/-J8pA2gRZtk/s72-c/chico+-+pedaco+de+mim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-5154534602007940610</guid><pubDate>Fri, 26 Sep 2008 03:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-26T01:45:41.103-03:00</atom:updated><title>[Avaliação Comportamental] Peixinho dourado faz truques incríveis!</title><description>Um peixe que joga futebol???&lt;br /&gt;Clique na imagem para ver esse maravilhoso vídeo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=buQKZOaB6cY"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250163164934707362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SNxTlPrGGKI/AAAAAAAAAOE/D4k0-g-rYU8/s400/fish+training.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O vídeo é uma bela demonstração da importância da relação entre &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;filogênese&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;ontogênese&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, pois parece incrível que uma criatura tão simples consiga chegar a fazer tanta coisa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O peixinho dourado (e peixes em geral, e aves, cães, ratos, homens etc) nascem preparados para terem seus comportamentos modelados pelas consequências. Essa capacidade é determinada filogeneticamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os comportamentos observados não são típicos de peixes: jogar futebol, beisebol, basquete, fazer zigue-zague e passar por dentro de túneis. Esse repertório foi ontogenéticamente construído.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Reparem que no segundo 20'' o peixinho recebe comidinha de alguém.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=buQKZOaB6cY"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250168444114448738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SNxYYiJoMWI/AAAAAAAAAOM/eba6oz-pbgs/s400/fish+training+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa comidinha provavelmente é consequência para a emissão dos comportamentos treinados, mantendo-os tão logo o peixe seja colocado no aquário esportivo (só não pode estar empanturrado de comida).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O peixinho dourado nasceu fazendo aquilo que todos os outros fazem: nadam no aquário. O dono do peixinho dourado, achando a vidinha dele muito monótona, inventou de colocar uns acessórios lúdicos no aquário. Isso mudou a &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;história de vida&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; do peixinho. Para treiná-lo, foi realizado um processo de &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;modelagem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Para jogar futebol, por exemplo: chegou perto da bola, ganha comidinha. Quando ele chegar perto da bola várias vezes, o dono do peixinho dourado pode passar para a segunda fase: empurrou a bola com a boca, mais comidinha. Terceira fase: empurrou na direçao do gol = comidinha. Quarta fase, empurrou na direçao do gol e continuou empurrando até a bola entrar no gol = comidinha. Quando o dono passa para a próxima fase, não dá mais comidinha para as fases anteriores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O resultado é um peixe incrível e um aquário bem agitado. Eu adorei esse vídeo e quero um peixinho pra treinar!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-5154534602007940610?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/09/peixinho-dourado-fazendo-truques.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SNxTlPrGGKI/AAAAAAAAAOE/D4k0-g-rYU8/s72-c/fish+training.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-5166069166454392111</guid><pubDate>Sun, 21 Sep 2008 21:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-18T15:14:44.293-03:00</atom:updated><title>O fantástico mundo dos Buddy-Pokes!</title><description>Eles vieram pra ficar e são a nova sensação do Orkut.&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 281px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267360465191557778" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlsb3et2pI/AAAAAAAAASc/RW71gHlZDxE/s400/body-poke3.jpg" /&gt; Eles vieram pra ficar e são a nova sensação do Orkut.Os body-pokes são bonequinhos personalizados, estilo Anime, em que você constrói o seu com a sua cara, muda a roupa e o humor dele à hora em que quiser, e ainda interage com os buddy-pokes dos seus amigos do Orkut.Essa aí sou eu indo fofocar algo pro Alessandro. Eu fofoco, ele ouve e ri comigo. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 287px; DISPLAY: block; HEIGHT: 272px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345693740106546610" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Si-4IkkUfbI/AAAAAAAAAaw/qP1eNPSWPGc/s400/body-poke1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora eu e o Neto resolvemos fazer um som. Eu sou uma negação para bateria. Mas meu buddy-poke tem um super repertório pra isso e várias outras coisas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 283px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345693942046029250" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Si-4UU2cdcI/AAAAAAAAAbA/g8KTJuduGro/s400/body-poke5.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Qual é a mágica dos body-pokes?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Diz-se que quando a obtenção de reforço depende única e exclusivamente de nós mesmos, há uma forte relação entre resposta e consequência. Eu estou com sede (OE), eu vou até (R1) o filtro (Sd), bebo um copo d'água (R2) e sacio minha sede (Sr+).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por outro lado, há contingências em que a consequência é liberada por outro indivíduo. São as contingências sociais. A probabilidade da minha resposta produzir uma determinada consequência passa a ser afetada por outras variáveis. Eu estou com sede (OE), peço a um amigo um copo de água (R1), ele traz o copo, eu bebo (R2) e sacio minha sede (Sr+).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se meu amigo está ocupado ou se eu costumo ser mal agradecida com ele, é provável que ele não me dê a água. Portanto, há contingências entrelaçadas na determinação do produto final da cadeia comportamental.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em meu primeiro exemplo, tem-se uma situação de reforço contínuo. No meu segundo, quando o reforço depende da liberação via outras pessoas, o mais provável é a ocorrência de reforçamento intermitente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todo relacionamento costuma ser assim. Menos os relacionamentos entre os buddy-pokes. Buddy-pokes funcionam em esquema de reforço contínuo em toda e qualquer situação. Tudo que meu buddy-poke faz com qualquer outra pessoa funciona! Há ainda as outras vantagens: mostrar aos outros seu humor, brincar de trocar de roupa, ter repertório pra tudo e descobrir que todo mundo fica fofinho e bonitinho quando se transforma em um buddy-poke! ;)&lt;br /&gt;Outro exemplo, agora em uma situação potencialmente aversiva no dia-a-dia: estou discutindo com minha amiga. Ela discute comigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 369px; DISPLAY: block; HEIGHT: 299px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345693838083902402" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/Si-4ORj8S8I/AAAAAAAAAa4/wcUaI9PfeBs/s400/body-poke4.jpg" /&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A discussão não termina em briga, nem mágoa. É o fantástico mundo virtual em que, além do reforçamento contínuo, nenhuma consequência aversiva ocorre como produto dessa interação. Fácil, rápido, contínuo e indolor. Um verdadeiro sucesso orkutiano. Então, vamos aproveitar bem nossos buddy-pokes já que na vida real qualquer relação passa longe dessa facilidade e simplicidade!!!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-5166069166454392111?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/11/olhar-beheca-o-fantstico-mundo-dos.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SRlsb3et2pI/AAAAAAAAASc/RW71gHlZDxE/s72-c/body-poke3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2072806288360233441.post-6938398688867254818</guid><pubDate>Sat, 20 Sep 2008 04:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-20T01:26:33.327-03:00</atom:updated><title>Procrastinação, Mafalda e Filipe.</title><description>Quem nunca fez igual ao Filipe na tirinha abaixo?&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SNR1pWZ7dkI/AAAAAAAAANM/AXVszsiu0Dg/s1600-h/055.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247948819042891330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SNR1pWZ7dkI/AAAAAAAAANM/AXVszsiu0Dg/s400/055.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Procrastinar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; é adiar uma atividade - "Booooommm... vou fazer minha liçãaao..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Adiar uma atividade pode ser um indício de que &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;o custo de resposta é alto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, caso cada tarefa de Filipe dure 2h ou demande muito esforço, por exemplo. Pode ser indício também de que &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;o valor reforçador dela é pequeno&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, comparado com outras atividades concorrentes, como sentar-se tranquilo e despreocupado, no quadrinho 2. Pode também ser indício de que a atividade é aversiva. Quando é aversiva, só a executamos para: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;(a)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; nos &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;livrarmos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; de algum outro estímulo ainda mais aversivo, como a "alfinetada" da Mafalda; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;(b)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; nos &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;esquivarmos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; de algum outro estímulo ainda mais aversivo, como a nota baixa por não fazer a lição, ou &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;(c)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; por termos uma história em que adquirimos suficiente &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;autocontrole&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; para nos comportarmos sob controle de reforços positivos não tão imediatos, como uma nota boa só no final do bimestre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com alguma frequência, o sistema de ensino faz como a Mafalda na tirinha. Funciona? Enquanto tiver alguém vigiando, sim. No entanto, o autocontrole seria mais efetivo, pois produz resultados mesmo na ausência do agente controlador externo. Outra opção seria trazer para um tempo o &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;mais imediato possível&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; as consequências que podem funcionar como reforçadores positivos para o estudar. É o caso do professor que dá feedback imediato e contingente ao comportamento esperado do aluno. E outra opção, a mais incrível de todas, seria tornar reforçadora a própria aquisição de conhecimento, por ser uma consequência &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;intrínseca&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; ao estudar. Deixo esse último item para o próximo post.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2072806288360233441-6938398688867254818?l=gdprette.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://gdprette.blogspot.com/2008/09/procrastinao-mafalta-e-filipe.html</link><author>gdprette@gmail.com (Giovana Del Prette)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xD9RGsNysHo/SNR1pWZ7dkI/AAAAAAAAANM/AXVszsiu0Dg/s72-c/055.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>